JM JORNAL DO MUNICÍPIO - JM JORNAL DO MUNDO - MULTIMÍDIA

JM JORNAL DO MUNICÍPIO - SUPLEMENTO - JM JORNAL DO MUNDO: A INFORMAÇÃO EM TEMPO REAL: NOTÍCIAS, REPORTAGENS, ARTIGOS, LITERATURA, VÍDEOS, FOTOS, SOM&IMAGEM E MUITO MAIS! A NOTÍCIA INFORMANDO E FORMANDO OPINIÕES. CONTATOS: jmjornaldomunicipio@gmail.com

JM JORNAL DO MUNICÍPIO:

SUPLEMENTO JM JORNAL DO MUNDO- JORNAL MULTIMÍDIA EM TEMPO REAL

Ano 6 - Edição 2451-

- Março

2016 -

Fortaleza-Ceará-Brasil

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Questões fundamentais do Código Florestal ainda vão ser debatidas no Senado


POR 410 VOTOS , CÂMARA APROVA O CÓDIGO FLORESTAL
 BRASÍLIA - O Plenário da Câmara aprovou, por 410 votos a 63 e 1 abstenção, o texto-base da última versão do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) para o projeto de lei do novo Código Florestal, apresentada no último dia 11. Apenas o PSOL e o PV recomendaram voto contrário.

O relatório de Rebelo mantém as exigências de Reserva Legal (porção de mata nativa que varia de 20% a 80% da propriedade) e também as faixas de matas que devem ser preservadas ao longo de cursos d'água - as Áreas de Preservação Permanente (APPs) em beiras de rios. Isenta, no entanto, pequenas propriedades, de até 4 módulos fiscais (medida que varia de 20 a 400 hectares), a recuperar a Reserva Legal.

Os deputados ainda devem votar em separado uma emenda do PMDB acertada na semana passada entre líderes da base e da oposição, com exceção do PV, do PT e do PSOL.

A emenda contraria a posição defendida pelo Planalto em relação à atualização do código. Dentre outras medidas, retira do Executivo federal a exclusividade de regularizar ocupações em APPs em beiras de rios.
Também amplia os tipos de atividades admitidos nessas regiões e permite ocupações em APPs que tenham ocorrido até julho de 2008.
A partir de agora, os deputados passam a analisar emendas. Um dos pontos polêmicos é a emenda 164, que transfere aos Estados o poder de definir as atividades que poderão ser desenvolvidas em áreas de Proteção Permanente desmatadas.

Um dos pontos que deverá permanecer é o que libera produtores com terrenos de até quatro módulos fiscais -medida variável que pode chegar a 400 hectares- da obrigatoriedade de recomposição das reservas legais.

A reserva legal é a manutenção de florestas e outras formas de vegetação nativa nas propriedades. A lei atual determina que a área preservada deve ser de 80% em imóveis localizados em área de floresta na Amazônia Legal, 35% nas propriedades em área de cerrado na Amazônia Legal e 20% nas demais regiões. Se a área da reserva for menor que o determinado, o dono deve promover a recomposição.

O texto também estabelece que a recomposição de áreas desmatadas em margens de rios seja de 15 m no caso de rios mais estreitos, com menos de 10 m de largura. Quem manteve a área preservada continua tendo de manter intocada uma área de 30 m.

A utilização do solo em topos de morros é admitida para culturas lenhosas perenes, como café, maçã, uva, ou de ciclo longo, como cana de açúcar, atividades florestais e pastoreio extensivo.

Em relação às Áreas de Preservação Permanente, o texto principal prevê que um decreto presidencial definirá quais atividades serão mantidas ou não. O governo quer manter essa determinação, mas este ponto pode ser derrubado em caso de aprovação da emenda que foi apresentada pelo PMDB e que tem o apoio da oposição. A emenda prevê que órgãos estaduais, por meio do Programa de Regularização Ambiental, também poderão autorizar a manutenção de atividades em APPs.

"O governo não admitirá nenhuma emenda ou artigo que transfira aos Estados a responsabilidade sobre a legislação ambiental, que anistie desmatadores ou que consolide o que já foi desmatado", disse o líder governista na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), antes da votação.

A questão deverá continuar no Senado, para onde o texto será encaminhado depois de votado na Câmara. Caso as alterações que desagradam o governo permanecerem nas discussões no Congresso, Vaccarezza advertiu que a presidente Dilma Rousseff poderá vetar parcialmente a proposta.

Também no Senado, o governo pretende apresentar uma proposta para que a APP não ultrapasse 20% do terreno de pequenas propriedades. A regra valeria para efeitos de regularização, ou seja, não permitiria novos desmatamentos. Quem já desmatou, contudo, poderia recompor descontando o limite de 20%.Veja o
Video do Jornal Nacional, editado pelo YouTub, antes da votação de ontem pelo plenario da Camara:

Nenhum comentário:

Quem somos

JM JORNAL DO MUNICÍPIO - JM JORNAL DO MUNDO - Orgão Sócio-Cultural de Utilidade Pública em Defesa da Cidadania nos bairros e municípios brasileiros. Diretor–Editor–Responsável:José Mário Lima. Reg. Prof.12418 DRT-RIO. Secretário Geral – Gabriel Pontes.Designer Gráfico- Alice Farias Lima.Layout e Criação – Gabriel Pontes. Secretário de Edição: José Mário Lima.COLABORADORES: Colunistas :Celina Côrte Pinheiro,Nilmar Marques (Cap.Nil), Orion Lima, Santos Sá,Henrique Soares,Assis Brasil; JM Reportágens: (Equipe)Henrique Soares,Gabriel Pontes e Santos Sá; -JM Cultura:(Equipe)- Publicidade (JML) - Movimento Estudantil: Gabriel Pontes. JM Esportes: (equipe)- JM Literatura: Assis Brasil. Notícias dos Bairros: Henrique Soares,Amil Castro; Sociedade-artesanatos: Martha Lima.Culinária : Lili(Faraó-Cacoeiras-RJ). Correspondentes: Redenção: Nice Farias;Irauçuba: Swami Nitamo;Teresina e Parnaíba: Assis Brasil;Estado do Rio de Janeiro (interior): Nilmar Marques - Cachoeiras de Macacu: Paschoal Guida. Rio,(Capital): João de Deus Pinheiro Filho. *As opiniões emitidas em artigos assinados são da inteira responsabilidade de seus autores.